A Liberty Media admitiu que as corridas de Fórmula 1 podem ser menos lucrativas devido à pandemia coronavírus (COVID-19).
As taxas pagas pelos circuitos são uma parte importante das receitas da Fórmula 1. Mas, com a pandemia, as corridas sem adeptos não ajudam os promotores. Com isto, a Liberty Media viu-se obrigada a renegociar com os circuitos.
O CEO da Liberty Media, Greg Maffei, na reunião dos accionistas, disse que o impacto ainda é “desconhecido”.
“Estamos a tomar uma abordagem cuidadosa e acreditamos que as coisas vão mudar e ajustar-se. Esperamos poder continuar a construir este negócio num mundo pós-Covid-19”. – disse Maffei.
O Presidente da Liberty Media, John Malone, também continua confiante de que os eventos da Fórmula 1 são um grande valor para a Liberty Media: “Os eventos ao vivo representam, talvez, o melhor lugar para o conteúdo televisivo ou de distribuição digital. Infelizmente, tivemos esta pandemia. Mas, acho que vamos conseguir algo para que daqui a uns tempos voltaremos ao normal. Haverá, sem dúvidas, problemas em termos de valorização” – finalizou Malone.










