Kevin Magnussen é a prova de que a exigência física da F1 não pode ser menosprezada. O dinamarquês não parou de competir desde a sua saída da F1 em 2020, tendo passado todo o 2021 em provas de endurance com protótipos, o que não é propriamente uma tarefa simples a nível físico.
Mas o seu regresso de última hora à F1 mostra as diferenças entre a F1 e o resto das competições automóveis. Apesar de estar pronto para uma nova época no endurance, Magnussen tem tido algumas dificuldades em aguentar as corridas e o seu fisioterapeuta afirmou que serão precisos mais três meses para ficar a 100%:
“Não é que ele seja inapto”, disse o seu fisioterapeuta Thomas Jorgensen, citado pela as-web.jp. “O problema é que ele não usou os músculos de que precisava para a F1. Os protótipos não requerem tanta força física como em F1. Vai levar algum tempo para o Kevin recuperar totalmente. Normalmente exige dois meses durante o Inverno, quando se pode treinar todos os dias, mas agora que a época começou e há mais dias de viagem e corridas, é ainda mais difícil fazer as rotinas habituais. Por isso, serão necessários mais três meses até Kevin estar em boa forma”, acrescentou Jorgensen.











