Kevin Magnussen revelou que teve uma oferta para continuar com a Renault em 2017, mas esta “não era boa o suficiente” para permanecer com a equipa. O piloto tinha dito anteriormente que queria prolongar a sua relação com a equipa francesa e até estendeu o limite que tinha definido para renovar o contrato. A Renault entretanto optou por manter Jolyon Palmer na equipa, mas Magnussen diz agora que tal deveu-se à sua recusa em continuar ligado a Enstone:
“Foi uma decisão minha – tive uma oferta mas não era boa o suficiente para poder aceitá-la”, referiu o dinamarquês. “Se me tivessem proposto um contrato de longa duração provavelmente teria olhado para ele com muito mais seriedade. Mas senti que não estavam comprometidos, demorando tanto tempo e a oferecer o lugar a tantos pilotos – penso que houve um ponto em que até o Papa teve uma oferta para correr”.
“Houve uma certa trapalhada, portanto foi melhor para mim sair”.
Magnussen acrescentou que a atitude da Renault, abordando vários pilotos como Sergio Perez e Carlos Sainz antes de assinar com Hulkenberg, mantendo ao mesmo tempo Magnussen e Palmer num limbo, foi decisiva neste desfecho:
“Teria sido melhor se tivesse havido mais abertura. É realmente sobre o feeling que eu tinha com as pessoas que gerem a equipa. Por vezes foi até difícil saber quem tomava as decisões aqui, mas isso agora não interessa. Está no passado. Se tivesse sentido um maior compromisso então talvez as coisas pudessem ser diferentes, mas estou contente com a forma como tudo se resolveu”, disse o dinamarquês, que está praticamente certo na Haas F1.









