Jost Capito, que irá assumir as rédeas da equipa Williams como CEO, baixou as expetativas para este ano.
Em 2020 vimos já uma Williams a mostrar sinais de recuperação com uma performance superior à evidenciada em 2019, tornando-se numa das equipas que mais evoluiu de um ano para o outro. Apesar disso, a Williams voltou a não sair do fundo da tabela. Capito está ciente que a entrada de novos capitais pode impulsionar a equipa para outros voos, mas não espera milagres de um ano para o outro:
“Com o novo começo, também com os novos proprietários, temos agora a oportunidade de reestruturar novamente”, disse o alemão de 62 anos, citado pelo Motorsport-total.com. “Isto é importante porque menos de zero pontos não é possível! Só pode ser melhor. Mas independentemente das mudanças que se façam, primeiro iremos descer, depois teremos de subir. Isso significa que, para este ano, não são de esperar milagres, porque não se pode mudar muito no carro”.
“As pequenas equipas teriam caído ainda mais sem o congelamento regulamentar para 2021, porque as grandes equipas podem lidar com a COVID muito melhor do que uma equipa mais pequena. Isso significa que as diferenças teriam na realidade aumentado ainda mais. Penso que não nos podemos queixar”.
Referindo-se a 2020, disse: “Não sabíamos quantas corridas poderiam ser realizadas, quanto dinheiro entraria, quanto dinheiro entraria das estações de televisão e quanto a Fórmula 1 poderia pagar às equipas. Havia tanto risco que foi absolutamente correto adiar os novos regulamentos por um ano”.












