O pai de Max Verstappen, Jos Verstappen é de opinião que o seu filho pode manter o domínio que está agora a evidenciar na F1, por mais alguns anos e depois sair, apontando 2028 como o limite. Em declarações à revista holandesa Formule 1, Jos Verstappen diz que: “o Max não só é incrivelmente bom, como também sabe o que está a fazer”, mas que quanto a assegurar vários títulos: “depende do carro”, mas acrescenta: “se ele tiver um carro competitivo, vai sempre, no mínimo, lutar pelo título mundial, desde que a importância do piloto faça a diferença, isso será decisivo”, mas não conta que o jovem de 25 anos fique ‘eternamente’ na F1: “Faremos novamente um balanço em 2028, ele não está à procura de recordes”, disse acrescentando que a F1 de hoje é muito desgastante: “no meu tempo tivemos um máximo de 18 corridas. Agora são 22 e no próximo ano são 24. É demais”.










Que cromo.
Jos tem razão no que toca ao número de corridas. Quanto ao filho não estar à procura de recordes, não está por agora, porque ainda está longe, mas quando ou se estiver perto, vai querer batê-los. O Hamilton dizia o mesmo quando chegou ao terceiro e, agora, quer o oitavo. Acredito que o Max é feito da mesma massa de outros grandes campeões e vai querer sempre mais.
A questão dos recordes não passa só pelo talento do piloto, mas da qualidade e consistência do carro que possuem. Sinceramente não vejo a FIA a autorizar o dominio de campeonatos atrás de campeonatos, como aconteceu com a Mercedes, a bem da competitividade do mesmo. Cabe ao Max e á RB ter suficientes argumentos para o fazer ou em alternativa o Max mudar de equipa caso haja perda de competitividade da actual. Quanto á motivação penso que esteja lá, mas ainda está por se ver