A Pirelli atingiu o objetivo de produzir pneus que se degradam pouco. O que é confirmado por Jolyon Palmer. O lado menos bom dessa realidade é que são muito mais duros que as borrachas do ano passado. O que é também confirmado pelo britânico. “A degradação é muito baixa. Obviamente que o pneu é completamente diferente”, afirmou Jolyon, protagonista do despiste que fez interromper a sessão matinal do terceiro dia de testes em Barcelona.
“Estava a forçar muito o andamento, e às vezes o combustível até vinha por fora. Andei apenas com pneus médios e macios. Tentei não os arrefecer demasiado. É completamente diferente. É como fossem duas vezes mais duros no composto, porque aquecê-los é mesmo difícil e não há degradação”, referiu ainda Jolyon Palmer, que quinta-feira volta a guiar o Renault RS17, mas então com pneus para piso molhado, quando a pista catalã for encharcada, já que as previsões meteorológicas em Montmeló apontam para ausência de chuva.










