O xadrez da Fórmula 1 movimentou hoje mais algumas peças e o tabuleiro está neste momento quase completo. A notícia da permanência de Jolyon Palmer na Renault significa logo de imediato várias coisas: Kevin Magnussen vai para a Haas e Esteban Ocon deverá ser o substituto de Nico Hulkernberg na Force India. O dinamarquês ‘fartou-se’ de estar à espera da Renault e avançou para as negociações com a Haas e agora com a confirmação de Palmer na Renault, das duas uma. Ou já fechou contrato com a Haas, que é o mais provável, ou fica sem carro, o que sendo pouco provável, pode acontecer.
Para já, sem volante está Esteban Gutiérrez, uma má notícia para receber na luta de mel. Salve alguma surpresa de última hora, será Esteban Ocon a ir para a Force India, mas Pascal Wehrlein, Esteban Gutiérrez e Felipe Nasr terão algumas hipóteses. O mais provável será Nasr e Marcus Ericsson ficarem na Sauber, e Pascal Wherlein na Manor, sendo que este último, vê Ocon chegar à Force India, e fica a marca passo na Manor.











Hoje é o dia das surpresas. Começou de manhã com uma boa e outra má, agora esta, que não sendo boa nem má, é surpreendente. Não vi nada que o fizesse merecer o lugar, mas o mesmo digo do Magnussen, mas os homens da Renault é que sabem, mal por mal, preferia o dinamarquês. Talvez o papá Palmer tenha mais influência…
Concordo. Mas também admito que o carro não ajuda e aposto que o Magnussen mexeu os cordelinhos para mudar para a Haas, depois de tanta hesitação da Renault, e só depois é que o Palmer foi renovado. De qualquer forma, a confirmar-se todas estas movimentações, acho que o grande perdedor é o Werhlein. Chega à Manor como o maior das ilhas e arredores e acaba por ser ultrapassado pelo Ocon… auch! Deve doer!
Parabéns Jolyon Palmer acabaste de ganhar o Euromilhões
Ou seja com pilotos destes, é garantia certa e segura que a Renault não vai sair do fundo das grelhas.
Mas também me parece que o empenho da marca na F1 não é o que nos “venderam” há um ano atrás. (pouco $$$).
Fraquito, fraquito este palmer. Mais um que fica na F1 nem sei bem porquê.
Não consigo ver nada na carreira do Palmer que justifique a sua chegada à F1, quanto mais a sua manutenção .Não conseguiu a vencer nem a Fórmula Palmer Audi, nem a F2, apesar da organização ser do seu pai. Na GP2 só conseguiu ser campeão à 4ª (quarta!) tentativa. Na F1 basicamente levou no côco do Magnussen, até que este desmoralizou de vez com a Renault. Duvido que a Renault não conseguisse melhores alternativas, mesmo que vindas fora da F1. Talvez o futuro mostre que estou errado – seria uma enorme surpresa!