Lewis Hamilton mostrou-se triste pelo facto da McLaren se debater atualmente com imensos problemas na F1, mas acredita que a sua antiga equipa não deve ‘perder a sua alma’ para se manter no topo. A equipa de Woking não ganha uma corrida desde que o britânico a deixou no final de 2012, e este ano deu mais outro passo atrás face à falta de performance dos motores Honda.
A maior parte da carreira de Hamilton construiu-se em redor da McLaren, onde se estreou na F1 em 2007 antes de conquistar o seu primeiro título com um motor Mercedes em 2008. Questionado sobre o que achava da atual situação da sua antiga equipa o britânico é claro na sua resposta: “Eles têm um lugar especial no meu coração. Não estou propriamente chocado. Estive com eles muito tempo por isso é triste ver uma equipa tão grandiosa não estar no pelotão da frente”. E salienta: “Frequentemente há coisas que fogem do nosso controlo. São grupos de pessoas que tomam decisões. Agora estão a tentar passos e decisões que vão no sentido certo”.
Um dos aspetos apontados para que as coisas ainda tenham piorado mais na McLaren é a saída de Ron Dennis, mas Hamilton ainda acredita que a sua antiga ainda pode um dia voltar a ser aquilo que já foi. “Houve grandes mudanças na Direção, e todo o tipo de coisas, mas o mais importante para mim é que a McLaren não perca a sua identidade, que tem muitos seguidores e que já era assim antes de eu por lá ter passado”, salienta o vice-campeão do Mundo. “Espero realmente que encontrem o seu caminho de regresso, porque isso seria bom para este desporto. Não têm lutado por vitórias desde que os deixei, mas acho que brevemente vão perceber como resolver os problemas”, acrescenta Hamilton.










