Os primeiros quatro dias de testes foram aproveitados pela Haas para trabalhar ao nível da fiabilidade do VF-17, fazendo muitas simulações, entre as quais algumas com a piso molhado. E foi importante para a equipa norte-americana perceber como funcionava o novo ‘pacote’ aerodinâmico. “Obtivemos muita informação, fizemos bons progressos, mesmo quando rodamos com o piso molhado, de uma forma que não é a ideal mas tiramos todo o partido disso”, explicou Gunther Steiner.
O diretor da Haas afirma ainda que a sua equipa ainda não está no ponto que gostaria, mas que a fiabilidade do carro foi boa. “Este ano tivemos alguns pequenos problemas, mas comparado com o ano passado foi bastante melhor. É o que devia ser. A Ferrari fez um bom trabalho este ano em termos de unidade de potência. Tem sido muito fiável”, referiu o germânico que garantiu irem ser analisados os dados recolhidos em pista tendo em vista estabelecer um plano para os testes da próxima semana.
No total Romain Grosjean e Kevin Magnussen completaram 340 voltas sem grandes problemas, para além de um pequeno percalço com um sensor do acelerador quando o dinamarquês bloqueou os travões traseiros do VF-10 na curva 10 no primeiro dia de testes. Já o francês procurou ir melhorando a sua habituação ao carro ficando a quatro décimas da marca de Raikkonen no último dia. Tanto um como o outro tiveram a oportunidade de experimentar pneus macios e médios da Pirelli, para além dos Cinturato para chuva.










