Uma coisa é certa: Não foi Nigel Stepney! O Corriere della Sera diz que só com espionagem em Maranello pode ter sido possível obter provas que comprovassem que o motor do motor Ferrari de 2019 não estava legal: “Há uma história de espionagem por trás dos problemas por que passa a Ferrari. Depois da vitória de Charles Leclerc em Monza, os seus adversários foram atrás do motor da Ferrari”, escreveu Giorgio Terruzzi, jornalista do Corriere della Sera, que assegura ter havido alguém dentro da Ferrari que contribuiu para essa investigação, dizendo mesmo que essas informações não podem ter sido obtidas de forma legal.
Como se sabe a Ferrari foi inicialmente considerada inocente, pois a FIA não tinha dados suficientes para ir fundo na investigação, e posteriormente chegou-se a um acordo que não foi tornado público. Mas Terruzzi diz que de acordo com as suas fontes, a Ferrari é o único motor ‘limpo’, e só com espionagem ou um denunciante poderia ‘haver caso’.
Serão poucos os que sabem com exatidão os contornos todos deste caso, mas o que é factual é que a Ferrari tinha um motor ‘bomba’ e de repente perdeu 50cv, pois foi impedida do utilizar da forma que utilizava.
O que aconteceu, como aconteceu, muito poucos devem saber, mas o que ‘cheira’ à maioria, todos sabemos.
O Corriere della Sera diz que foi espionagem. Talvez. Noutras latitudes da sociedade e também no desporto, há hackers que ‘descobrem’ coisas, tornam-nas públicas, alguns até vão presos por isso, mas as coisas tornam-se públicas e depois há quem fique aflito…
Para nós o que nos interessa é apenas algo muito simples. A Ferrari ‘andava’ em 2018 e 2019, e agora anda muito menos…












