A Aston Martin introduziu uma nova especificação de motor da Honda no Grande Prémio dos Países Baixos de Fórmula 1, alcançando o melhor resultado da época com o nono lugar de Fernando Alonso. Contudo, apesar dos ganhos de desempenho em Zandvoort, a fiabilidade e o cumprimento dos objetivos internos por parte do construtor japonês contrastam com falhas persistentes na ‘maneabilidade’ da unidade motriz.
Tanto os pilotos como a direção técnica identificaram a manobrabilidade do monolugar face à resposta do motor como prioridades urgentes a corrigir. O desafio técnico concentra-se na transição complexa entre a aceleração e a travagem regenerativa do MGU-K, agravada pelos regulamentos de 2026 e pela remoção do MGU-H. A gestão da recuperação de energia e a estabilidade da combustão continuam a gerar instabilidade em curva.
A Honda prepara já atualizações de software e calibração para as próximas provas, procurando extrair o potencial máximo do pacote técnico. A resolução destes problemas mecânicos poderá definir o futuro desportivo da equipa e a continuidade de Fernando Alonso para a próxima temporada.
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