A FIA exigiu a várias equipas de Fórmula 1 que modificassem as suas asas traseiras antes do Grande Prémio dos Estados Unidos para eliminar a manipulação da abertura do espaço entre elementos. Esta medida surge na sequência das preocupações levantadas depois de Oscar Piastri, da McLaren, ter utilizado uma asa traseira flexível no Grande Prémio do Azerbaijão, aumentando a velocidade em linha reta, ao simular o efeito DRS. Embora a asa da McLaren tenha passado em todos os testes da FIA, a entidade reguladora considerou o comportamento da asa inaceitável e obrigou a McLaren a modificá-la.
As novas diretrizes emitidas pela FIA esclareceram que qualquer expansão da abertura da asa traseira para além de 2 mm quando o DRS está fechado é contra os regulamentos. Várias equipas, incluindo a McLaren, fizeram ajustes em resposta. A FIA também implementou pontos de referência nas asas traseiras para monitorizar melhor a deformação através das câmaras a bordo. Apesar de a asa da McLaren ser legal, a FIA avisou que iria apresentar um relatório se o design continuasse sem alterações.









