Durante a corrida do Canadá, Fernando Alonso teve de gerir o andamento com o chamado “lift and coast”, que não é mais do que levantar o pé mais cedo e deixar que a aerodinâmica faça parte da travagem. A equipa não explicou o problema e a Mercedes apontou que poderia ser um problema de travões. A Aston Martin explicou o que se passou.
Segundo o diretor da equipa, MIke Krack, a equipa suspeitou de um problema no sistema de combustível e para garantir que Alonso chegava ao fim da corrida, pediram a gestão do andamento:
“Pensámos que tínhamos um problema com o sistema de combustível”, disse Krack. “Mas não tínhamos a certeza. Por isso, como precaução, dissemos que o melhor era poupar algum combustível e fazer lift and coast. Quanto é que isso nos custou? É difícil de avaliar. Alguns décimos, um ou dois por volta, talvez. Foi uma medida de precaução. Mas podemos escolher entre não terminar ou chegar com um pouco mais [de combustível], por isso quisemos jogar pelo seguro.”
A Mercedes referiu problemas de travões por uma questão de lógica. Com o VSC e o Safety Car, a grande maioria dos carros teria combustível suficiente para chegar ao fim sem grande gestão e por isso, sem certeza do problema que seria, disseram que podia ser uma questão nos travões, algo que Krack comentou:
“Acho que disseram ao Lewis que tínhamos um problema de travões e olhámos uns para os outros e dissemos ‘oh, eles sabem mais sobre o nosso carro do que nós, talvez devêssemos falar com os engenheiros da Mercedes'”, disse Krack.










