Lewis Hamilton teve dificuldades durante os treinos de sexta-feira em Interlagos, antes do Grande Prémio de São Paulo de 2024, devido a problemas o W15 da Mercedes na superfície irregular da pista, deixando-o com dores.
Os ressaltos afetaram o seu desempenho e qualificou-se em 11º lugar para a corrida de Sprint de sábado. Depois de ajustar o carro, Hamilton encontrou uma ligeira melhoria, mas ainda não conseguia controlar totalmente o equilíbrio, o que dificultava forçar o andamento nas curvas.
“Foi um dia difícil para mim. Pilotar nos ressaltos foi bastante mau para todos e tornou o TL1 muito difícil dentro do cockpit. Levantámos o carro entre sessões e melhorámos a situação, mas o ritmo simplesmente não estava lá quando se tratou das voltas cronometradas. O equilíbrio está no fio da navalha e o carro é tão complicado de conduzir que não consegui atacar nenhuma das curvas como queria”, lamentou o sete vezes campeão de F1. Espero que possamos avançar a partir do 11º durante o Sprint e continuar a trabalhar para descobrir como encontrar o ponto ideal do equilíbrio na qualificação de amanhã à tarde”, concluiu.
George Russell conseguiu um dia um pouco melhor, qualificando-se em sexto, embora também tenha notado a instabilidade do carro na superfície áspera. Russell reconheceu que a Mercedes está atrás das principais equipas e espera utilizar a corrida de Sprint para obter informações para a configuração do Grande Prémio de domingo. Ambos os pilotos pretendem avançar no Sprint e otimizar o comportamento do carro para a corrida principal.
“Terminar em 6º reflecte a nossa situação atual, no fundo do pelotão da frente. Gosto do desafio dos fins-de-semana de Sprint, de entrar diretamente na ação e, claro, hoje também trouxe o desafio ligeiramente inesperado de uma pista com muitos ressaltos – o que, obviamente, é igual para todos. Para amanhã, vou tentar avançar e usar o Sprint para perceber onde podemos melhorar o carro para a qualificação e para o Grande Prémio de domingo”, concluiu Russell.











