Os funcionários da Renault de Viry-Chatillon, unidade responsável pela produção e desenvolvimento das unidades motrizes da F1, que enfrenta dias de incerteza com a Alpine apostada em comprar unidades motrizes à Mercedes, estão em Monza para um protesto.
Alguns dos funcionários da unidade estão nas bancadas de Monza para se fazerem ver e ouvir. Para além do protesto, o pessoal de Viry-Chatillon vai entrar em greve durante o fim de semana do Grande Prémio de Itália para expressar o seu descontentamento com a decisão de abandonar os motores produzidos em França.
A first look at the peaceful protest some of Renault’s Viry-Chatillon-based F1 staff are partaking in at Monza 👀 pic.twitter.com/IZFqjSiJu4
— Autosport (@autosport) August 30, 2024
“Estamos cientes de algumas atividades planeadas para este fim de semana por parte do pessoal da Viry”, afirmou um comunicado da Alpine. “Segundo a sua comunicação, serão protestos pacíficos e não terão impacto nas operações da equipa. O projeto de transformação ainda está a ser avaliado e ainda não foi tomada qualquer decisão pela direção da Alpine. O diálogo, iniciado desde que o projeto foi apresentado aos representantes dos trabalhadores da Viry em julho, é importante para a direção da Alpine e será prosseguido nas próximas semanas.”












Têm toda a razão, façam pressão sobre a Liberty para apertar os calos à Alpine, pois não podem abandonar um contrato para 2026 a meio, por isso ou fazem o motor ou são expulsos, licença revogada sem direito a vender a equipa.
Esse é que é o ponto. Comprometeram-se com o novo regulamento como os outros construtores de motores, pelo que deveriam ser obrigados a cumprir.