Max Verstappen respondeu às declarações de Lewis Hamilton, que disse que o piloto da Red Bull nunca teve colegas de fortes. Segundo Verstappen, Hamilton terá inveja do sucesso recente da Red Bull.
Comecemos pelas declarações que originaram a resposta o #1 da Red Bull. Lewis Hamilton considera que nunca teve concorrência de peso dentro da equipa, ao contrário do seu caso que teve de enfrentar grandes pilotos como colegas de equipa:
“Quando me qualifiquei meio segundo, seis décimos à frente do Valtteri [Bottas], eles [os media] não disseram a mesma coisa que dizem hoje quando o Max se qualifica seis décimos à frente do [Sergio] Perez”, disse Hamilton à Sky Sports F1 na quinta-feira em Monza. “A coisa explodiu muito mais. Na minha opinião pessoal, Valtteri e todos os meus companheiros de equipa têm sido mais fortes do que os companheiros de equipa que Max tem tido. Jenson [Button], Fernando [Alonso], George [Russell], Valtteri, Nico [Rosberg]. Tive tantos. Estes tipos foram todos muito, muito fortes, muito consistentes e o Max não correu contra ninguém assim.”
Declarações fortes de Hamilton, mas com a razão a estar do seu lado. Verstappen teve como colegas de equipa Daniel Ricciardo, Carlos Sainz, Pierre Gasly, Alex Albon e Sergio Pérez. Não é um alinhamento onde falte talento, mas não são tão consagrados como os nomes que correram ao lado de Hamilton. No entanto isso não pode, nem deve minimizar os feitos de Verstappen que tem dizimado a concorrência. A resposta do neerlandês foi simples:
“Talvez ele tenha um pouco de inveja do nosso sucesso atual. Não sei porque é que ele diz isso. Talvez ele pense que há algo a ganhar ou a defender com comentários como esse, mas para mim não tem importância nenhuma. Acho que é muito difícil para a Mercedes lidar com a derrota”, acrescentou Verstappen. “Esse é o problema que se tem quando se ganha há tantos anos, é claro. Mas, no final do dia, também temos de ser realistas. Se não for possível [ganhar], então não é possível. Também temos de ser capazes de apreciar o que as outras equipas estão a fazer. Fizemos isso nos anos em que a Mercedes dominava. Nessa altura, apenas dizíamos a nós próprios ‘temos de trabalhar mais’, porque nessa altura simplesmente não éramos suficientemente bons em comparação com eles. Podem continuar a dizer que as coisas que estamos a conseguir neste momento não são assim tão especiais, ou pelo menos é o que eles pensam, mas no final, temos de nos concentrar em nós próprios porque é a única coisa que podemos influenciar.”











