Não há concorrência à altura de Max Verstappen e da Red Bull. Não adianta encontrar eufemismos para descrever este domínio que não pode ser minimizado. Verstappen está na forma da sua vida, e a sua passagem por Spielberg foi um passeio. Fez a pole para o GP e para a corrida Sprint, venceu a corrida Sprint, o GP e ficou com a volta mais rápida. Fim de semana perfeito para Verstappen que dominou em toda a linha. E nem foi um domínio fácil, pois chegou a ser pressionado e poderia ter cometido erros comprometedores. Evitou sempre dissabores e acabou sempre na frente, tal era a diferença de andamento.
Gostaríamos de contar uma história diferente, mais entusiasmante e com mais incertezas. Verstappen está a tornar a F1 aborrecida… como fizeram Schumacher, Vettel, Hamilton… os grandes campeões têm esse mérito de tornar o que é duro e difícil em algo aparentemente fácil. E esse mérito nunca poderá ser retirado nem de Verstappen, nem da Red Bull que construiu mais uma obra-prima (RB19) e recebe os dividendos pelo trabalho feito. Verstappen foi mais uma vez o melhor. De forma clara, sem margem para dúvidas. Um génio a mostrar todo o seu talento.
Foi a 42ª vitória de Verstappen, e o fim de uma série de 248 seguidas sempre na liderança. Não bateu o recorde de Ayrton Senna e de Alberto Ascari, mas a prova de que está em grande está nos números.










