Foram vários os momentos que se podem destacar desta louca corrida. A primeira bandeira vermelha, a desistência de George Russell, a ultrapassagem de Max Verstappen a Lewis Hamilton, a segunda bandeira vermelha. Mas escolhemos a última largada.
Foi o momento em que a opção de usar bandeiras vermelhas a três voltas do fim, com a corrida praticamente decidida, ficou imortalizada. O caos que se criou naquele recomeço vai ficar no imaginário dos fãs que viram a corrida. A ironia é que apesar do que aconteceu ficou, ficou (quase) tudo na mesma. O trabalho de comissário e diretor de corrida não é fácil, muito longe disso, mas há ferramentas para melhorar o trabalho e pode ser feito mais que os critérios se mantenham uniformes. Neste caso em particular, o critério parece aproveitar as oportunidades para interromper e reiniciar uma corrida. A F1 não está habituada a isto. E queremos falar mais das lutas em pista do que das trapalhadas de quem decide.











Pois… se querem que a F1 seja um espetáculo à parte e não vire a monotonia dos últimos anos, salvo raríssimas exceções, as bandeiras vermelhas nos dão isso mesmo e, sinceramente, acabar a corrida do jeito que acabou (atrás do Safety-Car) é a maior palhaçada para com os fãs, e sem qualquer lógica, mais parecendo que “alguém” resolveu interferir na última decisão porque não faz qualquer sentido não ter sido mantida a decisão de acabar a corrida com duas voltas lançadas (sem drs). Imaginem os três ou quatro primeiros se enroscarem e dar uma embolada e no final ganhar um… Ler mais »
Não percebo tanto espalhafato.
Todos nós ficamos vacinados com o sucedido em SPA – entenda-se, a maior vergonha da história da fórmula 1. Who cares ?
Não se percebe porque não acabaram a corrida nas pits após a ultima bandeira vermelha, usando a ordem da volta anterior. Dar mais uma voltinha atrás do SC para quê? Se nem sequer correram a sério? Parece que foi mesmo só para penalizar quem não conseguiu chegar às pits.