Gerhard Berg considera que a Red Bull nunca quis deixar a F1, apesar das especulações que têm surgido relativamente a ameaças nesse sentido. O futuro da presença da marca de bebidas energéticas na disciplina nunca foi tão ameaçado por mudanças em termos de regulamentos e motorização, mas Berger não tem dúvidas que Dietrich Mateschitz vai saber lidar com a situação, ainda que admita que o seu compatriota não esteja satisfeito com o atual estado das coisas na disciplina máxima do automobilismo.
“Ele não está, evidentemente, satisfeito com a situação atual da sua equipa, mas a Red Bull continua a ser uma equipa poderosa, de onde ninguém saiu, nomeadamente Newey (o diretor técnico). É certamente frustrante que a longo prazo não possa dispor de um motor em posição de lutar pelo título. A Red Bull sempre foi paciente e atualmente vai precisar de continuar a ser, pois as coisas bem sempre correm bem”, afirmou Berger em declarações à tv austríaca ORF.
O austríaco, atual promotor do DTM, admite que os tempos são complicados para a formação de Milton-Keynes, mas acredita que melhores tempos virão: “Os momentos são difíceis, mas há uma luz ao fundo do túnel. A chegada da Honda à Toro Rosso é um começo. Acredito que a Honda tem uma cultura desportiva, os recursos necessários e uma equipa que tem a mentalidade da Red Bull. Vejo a Honda a regressar ao seu nível original e a fazer motores do melhor nível”.









