Durante 18 rondas do calendário de 2022 do Campeonato do Mundo de Fórmula 1 a Mercedes passou por várias dificuldades e procurou manter o recorde de vencer pelo menos uma corrida durante o ano. Na 19ª tentativa, George Russell inscreveu o seu nome na lista de vencedores de um Grande Prémio, depois de, no dia anterior, tem vencido a última corrida Sprint da época, um excelente resultado para piloto e equipa. Lewis Hamilton foi o segundo classificado da corrida de domingo e não conseguiu, nas restantes jornadas da época, regressar aos triunfos.
Ao vencer em São Paulo e depois de uma época em que ficou à frente do seu experiente companheiro de equipa, Russell, que garantiu nunca se ter lembrado do que aconteceu no Sakhir em 2020 (quando esteve muito perto de vencer na sua estreia pela Mercedes substituindo Lewis Hamilton, mas um erro da equipa deitou por terra o triunfo do britânico) numa recente entrevista à publicação Racer, diz sentir-se preparado para lutar pelo título mundial da disciplina.
“Penso que agora tenho experiência suficiente e sinto-me pronto para lutar por um campeonato e ser capaz de lidar com os desafios e dificuldades que lhe são inerentes”, disse Russell na entrevista mencionada anteriormente. “Obviamente, Lewis e Max têm mais experiência nesse cenário. Mas se garantir a pole position e ganhar cada corrida, serei campeão mundial. Por isso, tenho de me concentrar nos pequenos detalhes e quase que está nas minhas mãos”.
George Russell substituiu Valtteri Bottas na Mercedes para esta época e conseguiu ficar à frente do heptacampeão Lewis Hamilton. O jovem piloto afirmou que foi necessário preparar-se psicologicamente para o fazer, sabendo de antemão que “não o iria bater em todas as sessões, todas as qualificações, todas as corridas, isso não ia realmente acontecer” e que se tivesse vindo para a equipa com a certeza “que iria bater Lewis Hamilton 95% das vezes, sai-a desapontado”. Russell admitiu que mesmo que tivesse perdido “45% das vezes” para o seu companheiro de equipa, em comparação com os anos anteriores, os de Bottas, “ainda seria muito bem sucedido contra Lewis”.












