Geroge Russell foi obrigado a desistir a meio da prova, depois de estar a fazer uma excelente corrida. O britânico lamenta a desistência, mas admite a falta de ritmo.
Ninguém esperava que a Williams pudesse ameaçar os pontos, mas todos estavam curiosos para entender como seria o ritmo de corrida na prova, depois de uma amostra positiva no treino livre 2. Russell ainda rondou os lugares do top 10, mas uma falha no seu monolugar impediram que o britânico marcasse os primeiros pontos na F1, algo que já merece.
Apesar da boa prestação, o piloto admitiu que o ritmo ainda não é o ideal:
“Não tivemos o ritmo que esperávamos hoje e tive muitas dificuldades ”, afirmou. “Eu estava a esforçar-me ao máximo para manter os Haas e os Alfa Romeo, mas eles eram muito rápidos. Perdi a pressão do combustível, mas não conheço todos os detalhes. É uma pena, pois houve muitos erros cometidos por aí hoje e muitos carros pararam. Ainda precisamos fazer algumas melhorias e temos a oportunidade na próxima semana de fazer isso.”
Dave Robson, chefe de performance da Williams, acredita que o problema poderia estar relacionado com o motor Mercedes. A unidade motriz voltará à fábrica da Mercedes em Brixworth para verificações.
“A corrida foi movimentada e infelizmente incluiu a desistência do George devido a preocupações com a pressão do combustível. Mais investigações estão em andamento e a Unidade motriz regressará a Brixworth para alguns testes para determinar a raiz desse problema. Foi um final frustrante para o George, que até então estava a ter um fim de semana forte”.












