É um dos pilotos em alta na F1, com mercado nas duas equipas de topo, pelo que parece. Será o mais provável substituto de Valtteri Bottas na Mercedes, mas a Red Bull já disse algumas vezes que gostaria de contar com Russell, para além de Jost Capito querer contar com o piloto mais um ano na Williams.
A verdade é que ainda falta algum tempo para Russell poder saborear o champanhe no pódio, já que segundo o próprio, apenas os 4 pilotos da frente do pelotão podem vencer por “eles próprios”.
“Claro que tenho saudades do champanhe. Desde os meus oito anos, que é o objetivo na minha vida – vitórias, pole position e ganhar. Fiz tudo o que pude para chegar à Fórmula 1 e esse sonho tornou-se realidade, mas as vitórias são impossíveis neste momento. Apenas quatro pilotos podem vencer por si próprios na Fórmula 1: Hamilton, Verstappen, Bottas e Perez. Se não se estiver ao volante de um Mercedes ou um Red Bull não há qualquer hipótese, mesmo que seja o melhor piloto. No meu carro atual, termino pelo 10º lugar, após uma corrida impecável e de topo. No entanto, estou feliz e orgulhoso. É um privilégio ser um dos 20 pilotos neste desporto.
Sobre as mudanças esperadas para 2022, com a entrada em vigor do novo regulamento, Russell pensa que “os pilotos devem fazer a diferença, não os seus carros”.
“O fundo do pelotão perde agora dois segundos por volta. Essa diferença tem de diminuir. Seria bom se se tornasse meio segundo. Haverá sempre equipas de topo ricas, mas o objetivo é que mesmo com o carro mais lento, seja suficientemente rápido para chegar ao pódio. Estou realmente ansioso por 2022. A direção da Fórmula 1 sabe muito bem para que lado deve ir. Os carros serão ligeiramente mais lentos, mas teremos muito mais manobras de ultrapassagem e duelos. Tudo está orientado para isso. Os pilotos devem fazer a diferença, não os seus carros”.










