Pierre Gasly abordou a complicada fase que Yuki Tsunoda atravessa na Red Bull, admitindo que sabe o que está a acontecer, mas que “não pode” revelar detalhes. O francês viveu situação semelhante em 2019, quando foi promovido à equipa principal para substituir Daniel Ricciardo, mas acabou afastado após apenas 12 corridas, incapaz de acompanhar Max Verstappen.
Tsunoda entrou na Red Bull no GP do Japão, substituindo Liam Lawson, mas soma apenas sete pontos em 12 corridas — contra 151 do neerlandês — e enfrenta dificuldades para assegurar o lugar em 2026. Embora a equipa já tenha confirmado a sua presença até ao final desta temporada, a continuidade na Fórmula 1 dependerá de uma clara melhoria nos resultados.

“Sei de algumas coisas que não posso dizer”
“Muitas coisas não podem ser ditas, porque és um piloto, trabalhas para uma equipa e, como profissional, não podes partilhar todas as informações sobre situações específicas”, disse Gasly ao RacingNews365. “Ao conversar com o Yuki, sei de algumas coisas que não posso dizer, e isso não é fácil. Não é fácil estar nesta situação.”
O piloto da Alpine explicou que, tal como aconteceu consigo, há contextos em que, por várias razões, “as coisas não funcionam como se gostaria”, apesar do esforço para beneficiar a equipa.
“Sabendo por experiência própria, tento conversar como amigo e aconselhar sobre coisas que possam ajudá-lo. No final, cabe a ele e à equipa fazer com que funcione e tomar as decisões certas para isso acontecer.”










