Após o Grande Prémio da Arábia Saudita de 2025, o diretor da equipa Ferrari, Fred Vasseur, defendeu veementemente Lewis Hamilton das críticas ao seu desempenho recente. Hamilton terminou em 7.º lugar, 31 segundos atrás do seu colega de equipa Charles Leclerc, mas Vasseur rejeitou a ideia de uma “queda de forma dramática”, afirmando que essa teoria não passa de “uma grande treta”, sublinhando os altos e baixos das corridas.
Vasseur pediu calma, observando a natureza competitiva da F1 e citando os resultados flutuantes de Max Verstappen como exemplo. Ele reconheceu as dificuldades de Hamilton com o equilíbrio da Ferrari SF-25 e a gestão de pneus, mas permaneceu confiante no potencial do piloto, destacando as suas fortes exibições no Bahrein e na China.
“Não é dramático”, respondeu. “Fizemos cinco corridas até agora. Eu sei que amanhã queremos fazer grandes manchetes a dizer que o Fred disse isto ou aquilo. Mas isso é uma grande treta. No final do dia, estamos a competir. Há altos e baixos. Não sei se se pode tirar a mesma conclusão do Max na semana passada, quando ele foi sétimo. As coisas são como são. A competição é renhida. Temos 10 carros que cabem num par de décimos”, argumentou. “Olhem para o Max. Ele venceu no Japão. Terminou 30 segundos atrás de Piastri no Bahrein, e na Arábia Saudita foi P2 e fez a pole position. Só temos de manter a calma.”
Apesar de Hamilton ter classificado a corrida como “horrível”, Vasseur prometeu apoio total, dizendo que a equipa está unida e empenhada em melhorar em conjunto.
“Vou apoiá-lo a 2000 por cento”, garantiu Vasseur. “Dar-lhe-ei apoio e começaremos amanhã de manhã a tentar encontrar soluções. Mas, sinceramente, não estou muito preocupado. Se olharmos para o que ele fez na China ou para o que fez na corrida do Bahrein na semana passada ou mesmo para a primeira parte da sessão deste fim de semana, o potencial está lá de certeza. Só temos de ajustar o equilíbrio porque estamos com dificuldades no equilíbrio do carro dele e com a forma como ele está a trabalhar os pneus. É uma espécie de ponto negativo, mas acho que o potencial do carro está lá e vamos tentar resolver isso.”












Cadillac, motores Ferrari em 2026, 2027 e 2028, é a notícia do dia
Enfim, umas palavras sobre o assunto Luigino HAM. A mercedes criou- lhe uma zona de conforto nada fácil de replicar. O toto nisto foi muito competente, mas lembremos q o piloto entrou na equipa quando esta ainda não era um rolo compressor. O’ ambiente’ era muito mais fácil, a atenção mediático era muito menor que quando um deles se torna piloto da Ferrari. E depois vieram as vitórias e o ” mito” cresceu para o piloto e equipa. Disto isto, dizer ainda que o HAM precisar de um ‘ coaching’ a todo o tempo, não é nenhuma novidade. Quem não… Ler mais »
Aqueles que acreditavam que um piloto de 40 anos chegava a uma equipa (que já de si é problemática em tantos aspectos) e esmagava um piloto talentoso e de 27 anos em menos de duas corridas, têm tendência para acreditar no Pai Natal. o talento está lá mas a idade, os reflexos, a velocidade e talvez a motivação já não podem ser os mesmos. Ainda assim num dia bom (para si e para o carro) ainda penso que vá fazer boas corridas. Campeão do mundo? Não me parece sinceramente
Concordo com quase tudo. Sobre poder voltar a ser campeão, é pouco provável, mas não é impossível. Suponhamos que, no próximo ano, a Ferrari dá uma de Mercedes 2014 e Leclerc tem uma série de azares, estilo Hamilton 2016… o título pode cair no colo do Hamilton. Se acredito nisso? Sinceramente, não.