Nos últimos anos são cada vez mais os Grandes Prémios que se realizam fora do velho continente contrariando uma tendência natural da Fórmula 1. No entanto Franz Tost, chefe de equipa da Toro Rosso, considera que existem ainda demasiadas provas em território europeu: “Na minha opinião devíamos olhar para outros destinos, pois existem demasiados Grandes Prémios de F1 na Europa. Sei que tenho uma visão diferente dos meus colegas, mas acho que devíamos visitar a África do Sul, Argentina e ter mais corridas nos Estados Unidos. A Índia também seria um mercado muito importante”, afirmou Tost.











Por amor de Deus! “Deveriam de existir”? Corrijam lá o título, por favor. E, já agora, o texto: «devíamos de visitar». É confrangedor deparar com erros que não se admitem a alunos do 2.º Ciclo.
Claro que está a falar enquanto representante do seu patrão ou seja a Red Bull.
Cumps.
Se nem na Europa a F1 tem a fama em alta, porque raio iriamos “ter mais corridas nos Estados Unidos”?
Mas pronto, se for para continuar com a política do “glamour” / “enche-me aqui o bolso, oh jet set local” praticada pelo Tio Patinhas Bernie, talvez até tenhas sorte…
Concordo com corridas fora da Europa, desde que sejam em circuitos decentes e não sejam esses árabes endinheirados que não têm cultura da F1. Na África do Sul o circuito de Kyalami foi renovado no ano passado, seria uma boa opção.
Sim, vamos lá para a Índia e o caraças. Assim o Bernie pode pressionar mais os circuitos históricos e aumentar a taxa de inscrição, dizendo “se não aceitarem tenho outras alternativas”. Este como o velho forreta só pensa onde extrair mais dinheiro e lucro, a importância pelo desporto em si já foi pela janela. Enfim, isto é como querer vender areia a marroquinos: não faz sentido! Comecem mas é por melhorar as audiências na europa e depois sim vão expandindo, mas com um bom produto para vender, não esta F1 que até no velho continente já começam a perder interesse.… Ler mais »
Se querem um GP para disputar o 1ºlugar com o México -seria curioso recordar os comentários dos “especialistas” quando foi anunciado a sua entrada- têm que ir para a Argentina.