Durante o GP do Bahrein pudemos ver partes a voarem do Haas de Grosjean, uma situação potencialmente perigosa para os pilotos e para os fãs que estão a assistir à prova no local.
Com os carros a terem apêndices aerodinâmicos cada vez mais finos e trabalhados, a tendência para estes se partirem num toque ou com a vibração nos correctores é cada vez maior, algo que será tido em conta pela FIA daqui em diante. Charlie Whiting mostrou o seu desagrado quanto a esta situação e pretende tomar medidas que evitem a repetição destes acontecimentos:
“Quando qualquer coisa sai de um carro, é potencialmente perigoso, Com tantas asas e apêndices, não é preciso muito para que um pequeno contacto comece a desintegrar um bocado que depois poderá ser projectado como foi no caso de Grosjean. Um pedaço, felizmente foi para a relva. Mais algumas partes soltaram-se e o restante foi retirado na paragem nas boxes, mas não estou satisfeito com a situação. Acho que precisamos ter certeza de que tudo está bem fixado. Algumas das partes que voam, mesmo que não sejam muito grandes, podem causar muitos danos.”
Na verdade a Haas já tem algum historial em pedaços que se soltam do carro e desde o início da equipa que se notou uma maior fragilidade nas partes colocadas no carro em relação a outros. Também vimos um pedaço da asa colocada no Halo de um Toro Rosso a soltar-se parcialmente. É preciso garantir que estes acontecimentos não se repitam.









