A luta está bem interessante entre as – para já – equipas da frente na F1, Red Bull e Ferrari. com tanto equilíbrio, qualquer pormenor faz a diferença e nesse contexto Mattia Binotto já apelou à FIA para que se mantivesse atenta aos gastos das equipas, tendo em conta os upgrades que estas colocam nos seus monolugares.
Com o teto orçamental a ‘cair’ para 140 milhões de dólares, menos cinco que em 2021, qualquer dólar conta, e Binotto sugere que deve existir um sistema que assegure escrupulosamente o teto orçamental: “quando se tem dois carros com um desempenho tão semelhante ao da Ferrari e da Red Bull, cada upgrade pesará porque um 0.1s ou 0.2s farão a diferença. Insisto todos os dias com a FIA para que efetuem os controlos, porque senão arriscamos afetar o resultado final”, disse Binotto.
A FIA respondeu assegurando que pretende assegurar uma luta justa, dizendo que quer um “campeonato limpo (…) e os que o merecem ganhem”, disse a FIA, que precisa de peritos fiscais para verificar as faturas das peças colocadas nos carros.












Temos bons cá em Portugal… os ROC’s do BES e do Novo Banco devem estar todos disponíveis… nenhum foi preso…
É no minimo caricato que seja uma das equipas que mais gasta na F1 e que têm gozado de um estatuto de excepção, que venha a alertar para isso.
Como é que se controla o tempo em Tunel de vento se uma das marcas tiver uma em instalações próprias?
LOL… pensava que estavas a falar da RB…
Como é que se controla? da mesma maneira que controlam os que são feitos em instalações alheias… as “instalações alheias” também podem ser “instalações amigas”…
PS – Não te preocupes muito como isso… a FIA depois mete o Masi a fazer de ROC da RedBull…
“…campeonato limpo (…) e os que o merecem ganhem”, disse a FIA…”
Não é preciso mais comentários para constar o óbvio.