F1: Ferrari sem atualizações na Áustria e com “carro novo” na Hungria
A Ferrari não irá levar atualizações para as primeiras provas do ano mas deverá compensar na Hungria, segundo palco de 2020.
A Ferrari está a tentar compensar a falta de competitividade que verificou nos testes de Barcelona e deverá fazer mudanças significativas no seu monolugar na Hungria. Até lá o carro irá ter poucos ou nenhuns updates nas primeiras duas provas na Áustria.
“A verdade é que o resultado dos testes nos levou a tomar uma mudança significativa de direção em termos de desenvolvimento, especialmente na componente aerodinâmica ”, disse Mattia Binotto .
“Primeiro, tínhamos que entender por que não vimos os resultados esperados e como recalibrar todo o programa como resultado. Teria sido contraproducente continuar na direção que planeamos, sabendo que não teríamos atingido os nossos objetivos. Portanto, decidimos criar um novo programa que olhasse para o carro como um todo, sabendo que nem tudo estaria pronto para a primeira corrida.”
“O nosso objetivo é apresentar as atualizações na terceira corrida de 19 de julho em Hungaroring. Além disso, além do desenvolvimento atual do carro, nas últimas semanas, trabalhamos muito na análise de seu comportamento, com trabalho de simulação e com a ajuda dos nossos pilotos. Sabemos que, no momento, não temos o pacote mais rápido”, disse ele. “Sabíamos disso antes de ir para Melbourne e isso não mudou.
“Dito isto, o circuito de Spielberg tem características diferentes de Montmeló e as temperaturas estarão bem acima das de fevereiro. Na Áustria, devemos tentar aproveitar ao máximo todas as oportunidades e, na Hungria, com a nova etapa de desenvolvimento em que estamos a trabalhar, poderemos ver onde realmente estamos, comparando com os outros, tendo em consideração os desenvolvimentos que nossos próprios concorrentes terão trazido ”.
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Speedway
30 Junho, 2020 at 23:29
O carro era mais uma vez conservador em termos aerodinâmicos… Isto comparativamente com o que outros teams fizeram, obviamente.Porque na F1 pode-se pensar que se evoluiu muito…até se ver o trabalho dos outros, que evoluiram ainda mais!
A Ferrari viu, e teve 4 meses para reformular o que seria provavelmente mais um projecto do quase…!Só uma equipa com os meios deles se pode dar ao luxo de fazer isso …mas também teve tempo e até acho que este atraso do campeonato a favoreceu muito…e até lhe pode ter dado “asas”.Resta saber o que os outros fizeram porque neste jogo quem para…morre!
jo baue
1 Julho, 2020 at 11:06
–“O carro era mais uma vez conservador em termos aerodinâmicos…”
O SF1000 tem um conceito diametraalmente oposto ao SF 90: à penetraçao aerodinamica, preferiram a procura, extrema, de downforce.
—“A Ferrari teve 5 meses”.
A Ferrari ( o dep. de competiçao /reparto Corse) só pode trabalhar 5 semanas e meia, conforme disse o Bin8 na mesmíssima entrevista. O q obviamente nao é desculpa para o carro ser o que é.
mariojscosta
1 Julho, 2020 at 12:37
Mas segundo o que eu vi esta semana no programa GP Confidential os carros apresentados neste 1º grande prémio pouco poderiam ser alterados durante os dois próximos anos.
mas claro eu posso estar enganado.
jo baue
1 Julho, 2020 at 14:22
É assim mario, uma vez homologados os diversos componentes, posteriorm/. o q será na próx. 6afeira- só podem usufruir de 2 tokens. A parte aerodinamica está livre dessas restriçoes.
Ou seja, os donos da F1 nao dormem, tudo o possível e impossível para perpetuar o domínio dos cruzes ex-cinzentos eles fazem. veja-se o escandaloso congelamento nos pirelli.
Como dizia um faamoso, enquanto o safetycar fôr um dos carros deles, nao ha nada a fazer