Fernando Alonso voltou este ano à F1 aos comandos de um Alpine, depois de dois anos fora da disciplina. Ao site espanhol soymotor.com, o piloto afirma que em 2020 assistia à F1 pela possibilidade de Max Verstappen poder fazer frente à Mercedes, o que ele chamou de “fator carisma”.
“No ano passado, quando não estava a correr, quando liguei a televisão, coloquei-a um pouco para ver o que Max estava a fazer naquela corrida, porque ele era o único que ia fazer alguma coisa. Sabia que Bottas não ia perturbar Hamilton e sabia que Hamilton ganharia se nada de estranho acontecesse. Mas…’oh, Verstappen”. Se ele começa na fila da frente, se o carro vai bem…o fator carisma, que eu penso ser importante também”.
Provando que Fernando Alonso quer vencer sempre, o espanhol diz que mesmo não estando na posição de lutar pela vitória, existem sempre pequenas vitórias em todas as corridas e fora de pista, mesmo no ténis, quer ganhar sempre.
“O problema é que agora não estou em posição de ficar em segundo lugar. Não estou em posição de lutar. Se eu estivesse na Mercedes ou na Red Bull e o outro ganhasse, seria um vulcão. Mas porque não estou nessa posição, há outros desafios na minha cabeça e outros objetivos mais realistas todos os fins-de-semana. Talvez seja ficar em oitavo lugar, talvez seja entrar na Q3, fazer uma paragem e passar os que fazem duas… Tenho esses pequenos objetivos. Mas quando eu saio da Fórmula 1 e faço qualquer outra atividade, o vulcão está lá. Quando tenho a oportunidade de ganhar no ténis ou no ténis de mesa, isso não muda nada”.










