Sem ainda a confirmação da Aston Martin se Lance Stroll consegue estar presente para a primeira corrida do ano da Fórmula 1, Felipe Drugovich salientou a importância de ter estado aos comandos do AMR23 caso a equipa precise dos seus serviços durante a próxima semana, ou nas primeiros Grandes Prémios de 2023.
“Foi bom”, explicou o piloto brasileiro sobre o tempo que passou em pista. “Um pouco de testes aerodinâmicos no início e depois pude completar mais voltas e puxar mais pelo carro. Mais tempo para conhecer o carro e como é o seu comportamento, ajudando a preparar-me para estar pronto caso a equipa precise. E para ajudar a equipa a encontrar o melhor equilíbrio para o carro”.
A Aston Martin tem chamado a atenção dos seus adversários pelo comportamento do carro em pista nos testes e Drugovich confirma que a equipa sente o mesmo. “Toda a gente está entusiasmada e queremos dar um passo em frente”, disse o piloto.
Sobre a possibilidade de poder substituir Stroll, Drugovich admitiu que “não esperava por isso, não há notícias ainda, mas tudo depende da condição do Lance. Estarei preparado, tentar ter a maior experiência que puder no caso dele não poder correr”. Alguns rumores apontam para a fratura de ambos os pulsos do piloto canadiano em resultado do seu acidente de bicicleta, tendo Stroll visitado um conhecido médico especialista espanhol que acompanhou vários pilotos do MotoGP. Mas oficialmente, nada de sabe.











