F1: Ericsson e Leclerc na Sauber em 2018

Por a 31 Outubro 2017 15:04

O jornal suíço ‘Blick’ deu algumas luzes sobre a dupla de pilotos da Sauber. Segundo a publicação, Pascal Wehrlein não vai continuar na equipa, ao contrário de Marcus Ericsson, que, apesar de não terminar nos pontos há quase dois anos, vai continuar, muito por culpa da sua ligação à Longbow Finance, proprietária da equipa. Para o lugar de Wehrlein vai entrar Charles Leclerc.

Roger Benoit, correspondente do ‘Blick’ para a F1, escreveu que o anúncio da contratação de Leclerc, ao lado de Ericsson, para 2018 vai ser feito em novembro. A Wehrlein, ligado à Mercedes, só resta uma alternativa para continuar na próxima temporada: a Williams, pese embora a sua idade, 23 anos, ser um impeditivo para a Martini, uma vez que precisa de um piloto de pelo menos 25 para os seus anúncios na Europa, por ser uma marca de bebida alcoólica.

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14 comentários

  1. so23101706

    31 Outubro, 2017 at 16:20

    O Marcus Ericsson não é tão mau como dizem. Ainda no GP do México se viu que, embora não seja um futuro campeão, é um piloto capaz – desde que tenha um carro minimamente decente. Quanto ao Leclerc, toda a gente tem imensas esperanças nele, devido ao sucesso que tem tido nas fórmulas de acesso, mas eu prefiro esperar para ver. O Nico Hulkenberg também limpou tudo até chegar à F1 e agora é o que se vê. Em todo o caso, é de esperar que a Sauber seja bem melhor em 2018, com motores actualizados e o Fred Vasseur ao leme.

    • Jaguar R3

      31 Outubro, 2017 at 22:35

      …”Marcus Ericsson, que, apesar de não terminar nos pontos há quase dois anos…”

      • so23101706

        1 Novembro, 2017 at 0:35

        E…? Sei de um piloto que não ganha um grande prémio há mais de quatro anos e muita gente pensa que é o melhor do mundo.

  2. Frenando_Afondo™

    31 Outubro, 2017 at 16:41

    O Ercisson é o da esquerda da foto, certo?

  3. Chicanalysis

    31 Outubro, 2017 at 16:57

    Não tem nada a ver com a notícia mas já foram reveladas as “tendências” para os futuros motores.
    Confirma-se que vão ser dados passos atrás. O que vale é que vão passar a transmitir a formula E em canal aberto…

    • pascasio

      31 Outubro, 2017 at 20:35

      Passos atrás ? Boas notícias para a Honda…

    • João Pereira

      1 Novembro, 2017 at 2:14

      Mas quem é que quer ver corridas de carros que cheiram a curto-circuito. Tenho 56 anos, e temo que os últimos anos da minha vida estejam condenados a virar-me para desportos mais ecológicos, como o futebol ou o golfe.

      • so23101706

        1 Novembro, 2017 at 10:12

        Tente o Snooker. Estou a falar a sério. Depois de superarmos a impressão de que estamos a ver desempregados vestidos de forma ridícula a matar o tempo à volta de uma mesa de bilhar, e se percebermos as regras, é um desporto bem mais interessante que a F1. Veja bem: não há vedetas arrogantes nem catraios mimados, não há fanboys a insultar-se uns aos outros na internet e os jogadores têm de puxar pela cabeça. E pode ver-se de graça (ou quase) no Eurosport. Todas as semanas há torneios e campeonatos.

        • João Pereira

          1 Novembro, 2017 at 19:56

          Há já muito que jogo, bem como bilhar embora só entre amigos, com um copo em cima de uma mesa não muito distante e não é todas as semanas apesar de gostar bastante, mas olhe que não é assim tão necessário puxar pela cabeça, é mais uma questão de boa pontaria, habilidade para os efeitos e dosear a força, quanto a construir jogo, não é assim tão complicado em termos de puxar pela cabeça.

          • so23101706

            2 Novembro, 2017 at 11:56

            Estamos a falar do mesmo Snooker? É que nós, aqui em Portugal, chamamos ‘snooker’ ao jogo 8-Ball. O Snooker a que me refiro é um autêntico xadrez sobre uma mesa de bilhar, mas infinitamente mais emocionante. Confira aqui (não precisa de ver o vídeo todo, mas estes são os dois melhores desta década): https://youtu.be/2l8i_6YZDRk

          • João Pereira

            2 Novembro, 2017 at 20:31

            Estamos a falar entradas superiores a 50 pontos, e do mesmo. Raramente jogo, porque só o faço quando visito um amigo que tem uma mesa lá na quinta com as bolas certas. Talvez o facto de gostar de três tabelas, me facilite um pouco a colocação das bolas e a construção de jogo no Snoocker, e joguei muito Pool nos tempos de Liceu e por vezes ainda o faço quando encontro uma mesa nalgum bar. No entanto, só duas ou três vezes consegui entradas superiores a 50 e foi à justa mas deu direito a enorme celebração. Tenho esperança de vir a bater o record de 147 pontos em menos de 5 minutos do “Rocket” no Guinness, mas acho que ainda vou demorar um pouco (Eheh). O homem tem de facto uma rapidez de jogo fantástica, e concordo que ele e o Higgins são de facto os melhores, mas fiquei logo fan do O’Sullivan, quando apareceu nos torneios mundiais tão jovem mas desde logo com o seu jogo rápido e a capacidade de resolver rapidamente uma má colocação de bola, o facto de também ser um jogador mais de ataque e risco que de defesa também conta muito para a minha admiração.

  4. Speedway

    1 Novembro, 2017 at 13:41

    Nada trazem de novo à F1. Um é um pagante ( o Ericsson ), o outro é um jovem talentoso, como outros, mas nada mais que isso. Mas logicamente que ambos merecem estar na F1 com todo o mérito.
    O bom era que a velhada de vez se retirasse ( Massa principalmente). A F1 necessita de inovação urgentemente porque hoje já não se morre em serviço…e só há 20 lugares na sala!
    Por outro lado também é certo que, salvo os dinossauros que se vão arrastando sem nada de novo
    (Massa hoje, Button ontem etc), os pilotos jovens “queimam-se” em pouco tempo, e com pouco mais de 20 anos já estão postos na prateleira (Kvyat, Buemi, Vergne, Di Resta etc). É tudo muito rápido para uns, e muito lento para outros !

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