Tal como no Grande Prémio da Áustria, em que uma colisão com Lewis Hamilton na última volta resultou na sua penalização posterior, caindo do segundo para o terceiro posto, Nico Rosberg foi novamente acusado de forçar a saída de pista de um piloto, neste caso Max Verstappen. E os comissários voltaram a não deixar o caso impune, atribuindo-lhe cinco segundos de penalização, cumpridos numa ida às boxes, e que comprometeram a sua corrida, impossibilitando-o de ir além do quarto lugar.
Questionado sobre o assunto, Rosberg revelou ter um problema com a consistência das decisões do colégio de comissários:
“É um problema que temos no desporto, porque nenhum incidente é igual ao outro, e não podemos ter os mesmos comissários em todas as provas do campeonato connosco. Portanto vai sempre ser um desafio. A consistência pode sempre ser melhorada. Não estou a dizê-lo à conta deste exemplo. Mas é uma dificuldade numa área que pode sempre ser melhorada”.
Sobre o episódio com Verstappen, o alemão afirmou que este não pode ser comparado com a experiência anterior com Hamilton: “Não são comparáveis, o posicionamento dos carros é totalmente distinto. Eu estava claramente à frente desta vez, por isso não é comparável”, reforçou.










