Os meses passam e o debate sobre as regras de 2021 continua, estranhamente (ou nem por isso) sobre detalhes que deviam estar acordados há muito. Agora, está em curso uma controvérsia sobre se mais peças ‘normalizadas’, ou iguais para todos, se preferir, devem ou não ser introduzidas na Fórmula 1.
Começou com as caixas de velocidades, jantes e travões, mas agora a FIA lançou novos concursos para uma série de peças relativas aos sistemas de combustível dos monolugares para 2021.
Mas o chefe da Haas, Gunther Steiner, cuja equipa compra uma panóplia grande de peças diretamente à Ferrari, diz agora que o conceito de normalização não foi oficialmente acordado: “Penso que nos estamos a antecipar. O pior para mim é que temos de nos certificar de que a Fórmula 1 mantém o seu ADN”.Sabe-se que há muita gente que concorda com o responsável da Haas.
Contudo, há quem pense também que se as equipas maiores não tiverem que fabricar tudo, podem alocar meios às peças onde realmente se faz a diferença e a margem mais ‘grandes’ para as ‘pequenas’ será ainda maior: “Peças padrão só fazem sentido se for possível poupar muito dinheiro, o que tem de ser provado em primeiro lugar”, disse o chefe da Ferrari, Mattia Binotto.








