Em 2014, a Fórmula 1 mudou os seus regulamentos, dando início à era turbo-híbrida. Mas, de acordo com o Presidente do The Royal Automobile Club Motor Sports Association Ltd no Reino Unido, David Richards, estas unidades motrizes são muitos complexas e dispendiosas.
Ao motorosport.com, Richards afirmou que: “O investimento é muito grande para se lá chegar. É algo que hoje em dia não pode ser visto pelos fabricantes automóveis como bom. Teríamos de dar alguns passos atrás, antes mesmo de se pensar em entrar na Fórmula 1”.
O último fabricante independente que esteve na Fórmula 1 foi a Cosworth, que regressou com o apoio da FIA e de Bernie Ecclestone em 2010, mas com a introdução, em 2014, dos novos regulamentos, retirou-se por falta de orçamento.
Quando perguntado se a Fórmula 1 poderia ver o regresso de um fornecedor independente de motores, Richards respondeu: “Não com os regulamentos técnicos atuais. As unidades motrizes são demasiado complicadas e complexas”.











