A FIA está a desenvolver um sistema automático que permitirá abortar os procedimentos de partida caso alguma piloto fique, repentinamente com o motor do seu carro desligado. Até aqui, o ónus de avisar estava todo do lado dos pilotos, que quando o motor ia abaixo sinalizavam fortemente, o respetivo Comissário sinalizava com bandeira amarela e o diretor de Corrida abortava a partida. Mas isto era no tempo em que, quando os motores se desligavam só com os mecânicos a ligá-lo de novo ele trabalhava, mas agora os pilotos podem fazer reset através da MGU-K e reiniciar o sistema e foi isso que levou a esta alteração. Na Malásia, o motor do Toro Rosso de Carlos Sainz foi abaixo, o espanhol começou por sinalizar, mas depois, porque agora pode fazê-lo, tentou reinicializar o sistema, logicamente teve que utilizar ambas as mãos para o fazer, e por isso o Comissário pensou que o carro já estava novamente a trabalhar, o que induziu em erro o diretor de corrida, que deu a partida. Por sorte, o espanhol conseguiu reiniciar o carro mesmo a tempo e nada de grave se passou. E como a FIA resolveu o problema? Porque tem acesso à telemetria, esta diz se o motor foi abaixo, e se isso suceder, há um sinal que segue de imediato para o Diretor de Corrida que aborta a partida. O carro em questão vai para o final da grelha e o procedimento de partida recomeça.












Porreiro.