A equipa britânica da Williams tem estado muito abaixo das expetativas nos últimos anos, tendo sido última no campeonato de construtores em 2018 e 2019 – esta última temporada com apenas um ponto conquistado.
Desde que a Haas se juntou à grelha da Fórmula 1 em 2016, que o modelo de equipa cliente tem vindo a crescer, com o claro exemplo em 2020 da Racing Point, quando se mostrou nos testes de pré-temporada com um carro muito semelhante ao monolugar da Mercedes em 2019.
Apesar de não ser ilegar, pois a Racing Point não comprou peças aos atuais campeões mundiais, algumas equipas ficaram ‘chateadas’ pois fizeram os seus projetos de raiz. Com isto, também se levantou a questão do porquê da Williams não ter feito o mesmo. A chefe de equipa, Claire Williams, explicou que o modelo de equipa cliente não serve à Williams.
“Sempre fomos claros sobre este assunto. Estamos aqui como um construtor independente e temos muito orgulho nisso. Estamos neste desporto por aquilo que fazemos. Quando falhámos, a culpa é nossa. Quando acertamos, recebemos os créditos por isso. É muito importante para nós.”
“Temos tido muito sucesso com este modelo de negócios. Em 2014, ’15, ’16, ’17, e apenas nos dois últimos anos é que não tem corrido bem. Não é porque não temos um ‘Mercedes cor-de-rosa’ que não estamos bem.”











