O jovem piloto da Red Bull foi inevitavelmente uma das grandes figuras da última época do Mundial de F1. Max Verstappen alcançou a sua primeira vitória na competição para além de ter dado nas vistas com as espectaculares ultrapassagens muitas vezes no limite do legal. Esta situação levou ao aparecimento de algumas críticas por parte de alguns companheiros de profissão, algo que Christian Horner não compreende.
“O Max compete de forma feroz e por vezes quando um novo piloto chega e altera o estado normal das coisas é alvo de muitas críticas. Não percebo porque motivo existem tantas críticas. Penso que durante o ano o Max não fez nada de errado. Competiu de forma aguerrida, deu sempre tudo o que tinha e adora o que está a fazer. É apaixonado por esta disciplina e podemos constatar toda essa paixão durante o GP do Brasil”, afirmou o chefe de equipa da Red Bull.











A inveja é um sentimento muito feio como se costuma dizer. Assisti a coisas muito más que envolveram o Max este ano, desde o ataque injustificado por grande parte dos seus colegas de profissão que até uma nova regra criaram em seu nome, uma nova regra completamente aberrante e que vai fazer correr muita tinta no futuro, até ao triste telefonema do Toto Wolff a querer condicionar a última corrida temporada. Felizmente parece que o Max tem a cabeça no sítio certo e vai com toda a certeza continuar a evoluir com o piloto, afinal de contas ainda só tem… Ler mais »
E eu não percebo a desvalorização ao Ricciardo. Parece que na Red Bull o Verstappen é o sol e tudo gira a volta dele.
Fosse esta “polémica” com um piloto Ferrari ou Mercedes e era ver o Horner juntar-se ao “bandwaggon” de críticos ao piloto em questão.
Como é o Max-Marketing, o puto maravilha que anda sobre as àguas e cura pessoas só ao tocar-lhes, aí já é só defesa.
Entretanto o Ricciardo lá vai merecendo o lugar sem precisar da máquina de marketing que se juntou à volta de Verstappen.