Depois do Grande Prémio da Austrália as equipas terão 4 semanas para preparar a viagem até ao circuito citadino de Baku, palco do Grande Prémio do Azerbaijão, que recebe ainda a primeira de seis corridas de Sprint da temporada. Este é um desafio que levanta algumas questões, até porque aquilo que se sabe é que além da Sprint, a F1 pode experimentar a realização de uma segunda sessão de qualificação, mas principalmente porque há uma maior probabilidade de qualquer piloto sofrer um acidente num traçado deste tipo do que num circuito permanente, com escapatórias e caixas de gravilha. Passado uma semana, as equipas estarão de novo num circuito citadino para o GP de Miami.
Christian Horner deu, em conferência de imprensa, a sua opinião sobre o tema, afirmando ser um “absurdo” a primeira Sprint do ano se realizar em Baku.
“A realidade é que é um absurdo a primeira corrida de sprint do ano ser num circuito citadino como o do Azerbaijão, mas penso que do ponto de vista do espetáculo, do ponto de vista dos fãs, vai ser provavelmente uma das corridas de sprint mais emocionantes do ano. Tendo em conta o limite orçamental, o que pode acontecer é destruir-se o carro lá e isso custa muito dinheiro. Portanto, uma corrida é suficiente em Baku”, disse o responsável da Red Bull, acrescentando que “isso é parte do desafio e faz parte da tarefa que temos”.
Também Zak Brown e Mike Krack salientaram a importância dos seus monolugares chegarem ao final do GP do Azerbaijão sem sofrerem qualquer tipo de problemas, com o chefe de equipa da Aston Martin a afirmar que “há certamente algum nervosismo” pela experiência da Sprint nas ruas da capital azeri.











