No começo da semana foi anunciado o calendário da F1 para 2018, o primeiro concebido sob a liderança da Liberty Media. Que segundo o seu CEO, Chase Carey, não irá merecer mais alterações. Isto apesar de correr rumores que isso poderia acontecer.
No Grande Prémio de Espanha os responsáveis da Liberty Media, não apenas Carey mas também os seus diretores desportivo, Ross Brawn, e comercial, Sean Bratches, anunciaram várias mudanças tendentes a melhorar o espetáculo, e o regresso de provas clássicas do passado da F1, como a França e a Alemanha, foram um primeiro passo.
Mas Chase Carey adianta que os planos para a próxima época não vão ser refeitos, pois a ideia é “evoluir, e não refazer”, e refere: “O foco vai ser as corridas que podemos, queremos os 21 que temos para 2108 e tudo será feito como se deve. Temos uma lista de locais que expressaram o seu interesse em receber a F1. Provavelmente haverá múltiplos sítios a visitar em todos os continentes, mas obviamente que há limites”.
“Para nós trata-se de ir a sítios que apelem aos fãs, aos patrocinadores e às televisões, que são sítios saudáveis para este desporto, e temos de ter a mistura certa e o equilíbrio de países e circuitos de cativem a imaginação das pessoas, que sejam excitantes. Usei a frase ‘cidades de destino’, mas é importante que a F1 tenha magia e um apelo único”, adianta ainda o CEO da F1. Para já a China e Singapura estão na lista das provas que ainda carecem de confirmação para 2018, mas Carey já afastou a possibilidade de virem a ser excluídas.








