F1: CEO da Liberty centra críticas em Ecclestone
O CEO da Liberty Media, Greg Maffei, deu algumas ideias de como eram as negociações feitas por Bernie Ecclestone durante o seu ‘reinado’ na F1. “O nosso trabalho é ajudar os promotores das corridas a terem sucesso. A atitude do Bernie era: quanto eu consigo arranjar aqui. Ouvi-o chamá-los de vítimas. Temos então corridas como Baku, em que nos pagam muito, mas a organização não faz nada para ajudar a construir a marca a longo prazo”, revelou Maffei numa conferência na Florida.
O governo do Arzebeijão gastará aproximadamente 376 milhões de euros durante os próximos nove anos de contrato para receber o Grande Prémio de Baku. Maffei diz que na nova era da F1 existirá mais respeito pelas organizações. Vamos trabalhar em conjunto com os promotores para aumentar o valor da marca e ajudar a rentabilizar o investimento feito. “O nosso trabalho é ter parceiros que no paguem bem, mas que também nos ajudem a construir a marca. Mas cabe-nos a nós ter melhores práticas”, referiu o americano. “Algumas das corridas consideradas mais emocionantes: Abu Dhabi, a corrida noturna de Singapura ou a do México. O que estão a fazer bem? Temos de partilhar estes conhecimentos com os promotores onde as corridas têm menos sucesso. A primeira coisa que nos vão dizer é que estão a pagar de mais, estamos à espera, o nosso trabalho é ajudá-los a fazer o seu trabalho bem”, acrescentou o CEO da Liberty Media.
- Rodrigo Fernandes
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João Pereira
16 Março, 2017 at 12:24
Sr. Costa, já aqui foi dito hoje que é AzerbAijão e não AzerbEijão. Mas perante a insistência do escriba, sou forçado a crer que existe mais um acordo ortográfico apenas conhecido do Autosport, ou que existe mais um país que não consta do meu Atlas.
O Sr. Abreu chamou-me a atenção para o respeito que todos os profissionais do Autosport merecem, e é com todo o respeito, que digo ser lamentável um profissional de escrita não saber escrever, mas insistir no erro, é no mínimo trágico. IRRA!
Não me chateies
16 Março, 2017 at 13:54
Basta usarem um corrector ortográfico.
João Pereira
16 Março, 2017 at 14:39
Provavelmente não sabem o que é, apesar de sermos muitos a falar nisso aqui nos comentários.
A minha Avó Conceição que Deus tem, era “useira” e “vezeira” em ditos e ditados pupolares, e um que ela usava muito é bem conhecido: “burro velho não aprende línguas”, e neste caso a língua é a de Camões.
PS: o uso por minha parte da palavra burro, não é neste caso aplicável literalmente mas sim em sentido figurado, e muito menos com intenção de ofender ou desrespeitar qualquer funcionário ou colaborador do AS (seja ele jornalista, redactor ou funcionário da limpeza), uma vez que é aplicado num ditado que faz parte da cultura linguística portuguesa, pelo que acredito não incorrer em risco de expulsão definitiva do site pelo Sr. Abreu (que já me fez essa “promessa” de forma perfeitamente explícita). Para quem for membro da Sociedade Protectora dos Animais, esclareço também, que pelas mesmas razões não pretendo ofender o simpático quadrúpede que tantos abusos tem sofrido ao longo dos séculos.
Com os meus cumprimentos.
João Pereira
Luis
17 Março, 2017 at 12:10
Ou nada percebo de finanças ou a matemática já não é o que era.
Por alguma razão este Sr. Ecclestone que fez da F1 o que é hoje uma maquina de fazer dinheiro é só a pessoa mais rica de Inglaterra e é o “centro das criticas” da Liberty !!!!.
Se era assim tão mau o porquê de comprarem a F1 ???