A Mercedes saiu do primeiro dia de testes privados de pré-temporada em Barcelona com sinais encorajadores para 2026, depois de George Russell e Kimi Antonelli completarem um programa extenso ao volante do novo W17. A equipa destacou que o monolugar está a comportar-se melhor em pista do que no simulador em vários aspetos e que já foi esclarecida uma das grandes incógnitas iniciais do projeto.
Russell assinou o segundo melhor tempo do dia, a meio segundo do Red Bull RB22 de Isack Hadjar, numa jornada em que sete equipas estiveram em ação no circuito catalão. Mais do que a tabela de tempos, a Mercedes valorizou a produtividade: no total, os dois pilotos percorreram 149 voltas, com Russell a completar 93 durante a tarde.
Andrew Shovlin, diretor de engenharia de pista da marca alemã, sublinhou que as primeiras impressões reais do carro superaram as expectativas criadas em ambiente virtual. Segundo o responsável, o comportamento dinâmico do W17 revelou-se mais positivo em pista do que no simulador em várias áreas, o que reforça a confiança no rumo seguido.
Andrew Shovlin explicou:
“Antes de Silverstone, a experiência deles era apenas no mundo virtual, nos simuladores. E em várias áreas o carro está a parecer-lhes melhor em pista do que no simulador, o que é certamente encorajador. Estamos numa posição bastante boa em termos de condução. Estamos ainda numa fase muito embrionária do programa de testes, mas tenho a certeza de que vamos progredir nos próximos dias e colocar o carro num ponto sensato para a primeira corrida.”










