Dois chassis diferentes, o mesmo motor, uma equipa que é a terceira com mais títulos de Construtores da história da Fórmula 1, oito, a McLaren, bem na frente da Renault que é apenas nona, com dois. Mas agora os tempos são outros e tanto McLaren como Renault lutam pela primazia do segundo pelotão da F1, a ‘milhas’ das ‘três grandes’.
Depois de terminar em quarto e quinto, em Monza, um resultado que é o seu melhor desde 2006, a Renault está de volta à luta pelo quarto lugar nesta temporada. Em Singapura, a corrida de Daniel Ricciardo foi dificultada pelo facto de ter sido desqualificado na qualificação, partindo, por isso do fim da grelha, terminando em 14º. Já Nico Hulkenberg, marcou dois pontos depois de ter tido um qui pro quo com Carlos Sainz, que mesmo assim foi 12º.
Lando Norris foi o melhor dos ‘outros’, com o sétimo posto em Singapura depois duma boa corrida.
Assim, as duas equipas estão agora separadas por 22 pontos, com vantagem para a McLaren, mas a Renault está a dar fortes sinais de luta.
O resto é fácil de perceber. Tanto para a McLaren como para a Renault, é muito importante terminarem com o quarto lugar nos Construtores.
Para a McLaren seria o seu melhor resultado nos construtores desde 2013, e para a Renault, na pior das hipóteses querem repetir o quarto lugar de 2018, de preferência ficando mais perto das três da frente, o que para já está longe de acontecer.
Aqui, agora, há outra questão importante. Tendo ambas menos recursos que Mercedes, Ferrari e Red Bull, será que vão apostar mais em 2020 e parar ou abrandar o desenvolvimento de 2019 ou vão apostar tudo neste ano e condicionar o próximo? Cenas dos próximos capítulos já a seguir em Sochi…









