Alexander Albon era a grande novidade da Williams para 2022, mantendo-se Nicholas Latifi na equipa por mais uma época. Ao contrário do que aconteceu com Haas e Alfa Romeo, a estrutura de Grove pouco evoluiu em comparação com o ano passado, continuando com um monolugar menos performante. Fruto da nova regulamentação técnica, o FW44 de 2022 mostrou ser um carro rápido em determinadas circunstâncias, mas com várias questões de desempenho para melhorar e que limitaram as possibilidades dos pilotos, principalmente Albon, de terminarem as corridas em posições pontuáveis.
Albon disse no final da época que sentia que tinha conseguido tirar dividendos em todas as ocasiões que o carro permitiu, sendo que na maioria das provas o FW44 era um dos carros com menos desempenho da grelha. E durante a época, a equipa foi incapaz de apresentar soluções, muito por causa da limitação orçamental.
Na dupla de pilotos, Albon substituiu bem George Russell e ninguém deu pela falta do agora piloto da Mercedes, mas Nicholas Latifi não deu nenhum passo em frente e por isso não viu o seu contrato renovado. Será substituído pelo estreante Loga Sargeant, de quem a Williams espera muito no futuro a médio prazo.
Há uma boa base de trabalho neste atual monolugar, mas a equipa terá de trabalhar muito durante a pausa de inverno para que possam competir com os adversários e regressar mais vezes às lutas pelos pontos. 2022 acabou por ser um retrocesso
Nota: 4 (de 0 a 10)
Ponto forte – contratação de Alexander Albon
Ponto fraco – monolugar pouco performante e com poucas atualizações










