Há quem veja o copo meio vazio, há quem o veja meio cheio. A época da Ferrari pode ser vista de igual forma. Restam poucas dúvidas que a estrutura italiana deu um passo gigante em comparação com os anos anteriores, mas as expectativas em torno do regresso da Ferrari aos títulos estava tão alta, que o segundo lugar no campeonato parece pouco.
Os italianos optaram por um carro rápido e uma unidade motriz de alto desempenho, mas ainda pouco fiável. Foi uma opção estratégica, justificada pelos responsáveis que pensam poder fechar essas lacunas com algumas soluções que podiam ser encontradas depois de “congelados” os motores. No entanto, enquanto a Red Bull conseguiu rapidamente encontrar soluções para alguns problemas, numa altura ainda precoce da época, a Ferrari não o fez. Além disso, os erros estratégicos, e alguns dos pilotos, colocaram em causa o primeiro lugar do campeonato, vendo a equipa de Milton Keynes assumir-se como a mais forte do ano.
Terminaram o ano com a pressão da Mercedes, mas se a situação fora de pista estabilizar, cometerem menos erros coletivos e não existir instabilidade devido à situação da escolha do novo chefe de equipa, podem voltar a discutir o campeonato, talvez até ao fim.
Nota: 8 (de 0 a 10)
Ponto forte – Monolugar rápido
Ponto fraco – Erros coletivos e unidade motriz menos fiável











