Uma das medidas que está a ser ainda ponderada nas próximas épocas é a colocação de uma espécie de Balance of Performance para que não haja demasiadas discrepâncias na competitividade das equipas.
Este BoP destina-se a aproximar os motores das equipas durante o congelamento do motor, limitando o desempenho do motor dentro de um mínimo e máximo. Tal medida pode dar possibilidade às equipas menos competitivas para se aproximarem das equipas de topo, e, por conseguinte, tornar as corridas mais excitantes.
Recentemente Toto Wolff manifestou-se contra essa proposta considerando-a uma vergonha para a F1. No entanto o assunto está ainda a ser discutido e não é descabido pensar que tal possa avançar num futuro a curto prazo, pois ainda não se conhecem os pormenores do congelamento de motores.












Completamente de acordo com o Toto. A F1 não é, nem nunca foi um Troféu. Tem regras e limites e cada aproveita o melhor que puder. O BOP é equilibrar por baixo e premiar a “incompetência”. Além de que como se vê noutras categorias do desporto automóvel, é uma fraude. Palpita-me que ia afastar construtores. Além de que, e basta ver as declarações dos pilotos (todos), a aparente diferença que muitas vezes de vê nas corridas não é “verdadeira”. As verdadeiras capacidades de carros, motores e pilotos, vêm-se nos treinos, em que todos rodam nos limites de tudo. E aí… Ler mais »
Ahhhh?
Está em português. Há alguma coisa que não perceba?
NÃO! Se já acho isso uma aberração noutras disciplinas, muito mais ainda o acho na F1.
De facto, de tanto quererem mudanças arriscam-se a estragar. Se querem garantir alguma alternância porque não proibir a variação da distância entre-eixos nos carros durante o campeonato? Isto aliado a circuitos distintos (circuitos não Tilk) era suficiente… mas, lá estou eu também a querer mudanças, irra!