Para o responsável de engenharia de McLaren a mudança da arquitetura do motor Honda do MCL32 está onde devia estar para permitir progressos com o novo carro.
A Honda usou a obolição do sistema de tokens durante o inverno para redesenhar a sua unidade de potência para 2017, e acredita-se que tenha seguido o mesmo caminho que a Mercedes adotou com a configuração de separação do turbo.
O responsável da Honda para a F1, Yusuke Hasegawa não entrou em detalhes mas já disse esperar que as mudanças permitam à McLaren competir de novo entre as equipas de topo.
Matt Morris explica que a McLaren e a Honda trabalharam mais estreitamente este ano para se assegurarem que tanto o chassis como o motor beneficiam das mudanças operadas no motor japonês.
“Mudamos bastantes coisas no ‘layout do motor, e não tem sido fácil, porque muita da arquitetura mudou e é algo em que temos trabalhado intensamente com eles (Honda), fazendo as coisas em conjunto para que se encaixem no chassis e no motor. Por isso acgo que temos uma arquitetura de motor certa e capaz de desafiar os melhores”, adianta o responsável de engenharia da McLaren.
Morris não faz promessas para a temporada que se aproxima, mas assume que o objetivo da equipa é progredir e aproximar-se das equipas de topo. “Por isso damos o nosso melhor”, afirma.












