O terceiro lugar conquistado pela Mercedes no campeonato de construtores é mais um excelente sinal da recuperação da equipa. Mas apesar disso Andreas Seidl acredita que há muito trabalho a fazer.
2012 foi o último ano em que a McLaren terminou no top3 numa altura em que ainda era uma das mais competitivas da F1. Veio um 2013 mau e uma era híbrida em que tudo correu mal até 2018. Desde então a equipa tem melhorado e evoluído gradualmente mas o diretor da equipa sabe que ainda há muito a fazer:
“Temos de nos manter realistas. Apesar do bom resultado que conseguimos este fim-de-semana e, apesar do grande resultado para nós no campeonato, penso que sabemos onde estamos”, disse Seidl aos repórteres. “Ainda há uma enorme diferença para os carros da frente, especialmente para a Mercedes”.
“A equipa deste ano, sob a liderança do (director técnico) James Key, produziu um carro muito competitivo, um grande passo em frente em relação ao ano passado. Ainda assim, sabemos qual é a diferença para a Mercedes. Não é algo que vamos diminuir de um ano para o outro. Ainda sabemos que temos muitos défices dentro da equipa em termos de organização, em termos de infraestruturas, que precisamos de os resolver primeiro. Vai levar tempo. Mas estou confiante de que se fizermos as coisas certas do lado da equipa, poderemos colmatar estas lacunas em alguns anos”.










