A McLaren mostrou as primeiras imagens do MCL40, com a decoração que será usada no testes desta semana. No entanto, as formas serão mais ou menos as mesmas que vamos ver na primeira corrida do ano, em Melbourne.
Como já noticiado anteriormente, a McLaren vai apresentar uma versão mais ou menos definitiva do seu novo monolugar, o que significa que poucas mudanças deverão ser feitas até a primeira corrida. Mas tal não significa um ritmo de evolução baixo. A equipa vai estar focada em entender melhor o carro e atenta às soluções da concorrência, como explicou Rob Marshall, diretor técnico da McLaren:
“Penso que o que estão a ver é praticamente o que vamos apresentar na primeira corrida. Grande parte do nosso esforço será dedicado a compreender isso. Também precisamos de ter em conta o que a concorrência está a fazer. Precisamos de nos inspirar naquilo que eles podem ou não alcançar, e naquilo que nos podem ou não mostrar. Precisamos de estar muito focados em compreender estes carros. É muito complicado. É tudo novo. Há muita coisa que precisamos de ajustar e calibrar, por isso acho que introduzir muitas novidades logo à partida complicaria as coisas, e acho que é melhor compreendermos a nossa plataforma antes de nos entusiasmarmos demasiado com a ideia de a redesenhar antes mesmo de ela dar uma volta”.

Já Andrea Stella permanece convicto nas capacidades da equipa, afirmando inclusive que continuam a crescer e a evoluir, apontando mesmo que a equipa está na melhor fase desde que chegou. Essa confiança nas capacidades da estrutura será fundamental nesta fase crucial do desenvolvimento do novo carro:
“A nossa atitude é de ‘vamos ver onde chegamos’. Posso afirmar que a equipa continua a evoluir, continua a crescer. Falei muito no ano passado sobre a nossa lógica, a nossa mentalidade, uma mentalidade de constante evolução. E consigo perceber que a equipa entra em 2026, em termos de competências, capacidades, organização e cultura, na melhor posição que já vi desde que assumi a chefia da equipa. Portanto, independentemente do ponto em que nos encontramos nos testes ou na primeira corrida, continuamos muito confiantes de que a riqueza de capacidades, competências e a forma como utilizamos, graças à nossa organização e cultura, serão um fator de sucesso a longo prazo.”










