“Os recordes existem para serem batidos, e Hamilton superou alguns que pensávamos que estavam fora de alcance, como o número de poles, por exemplo, mas também deveríamos relativizar o que tudo isso significa. Há mais corridas do que antes, os monolugares são mais fiáveis, tudo mudou e os recordes caem. Isto leva a um debate entre os fãs da F1 sobre as conquistas dos pilotos de gerações distintas. Todos têm a sua ideia sobre qual é o melhor piloto. Está claro que Hamilton, igualando Sebastian Vettel e a mim, entrou numa nova dimensão. Quando se tem quatro títulos, o quinto está simplesmente muito longe. Temos de dizer: um Grande Prémio de cada vez. Treino, qualificação, corrida. Não será bom para um piloto pensar só em títulos”, comentou Prost.








