Afinal a Manor ainda pode ser salva para 2017, ainda que o tempo para que isso suceda não esteja do lado de quem pode estar a fazer a operação. Sendo verdade que o administrador judicial revelou recentemente que a equipa iria fechar portas, ainda existe a possibilidade do grupo indonésio que se falou há algum tempo poder concretizar a compra da equipa.
Foi no GP de Abu Dhabi que o dono da Manor, Stephen Fitzpatrick revelou que a equipa estava à venda e até chegou a um acordo de princípio com um investidor, que, sabe-se agora, não se concretizou. Disse na altura: “Já chegámos a acordo com um investidor e ainda estamos a trabalhar nesse ‘negócio’. Por isso neste momento não posso tecer mais comentários”, referiu Fiztpatrick, que não revelou o nome do investidor ou se a Manor iria ser vendida na totalidade ou apenas em parte. Entretanto, na altura, surgiram rumores que Tavo Hellmund, um empresário mexicano-americano poderia estar em vias de ser o comprador. Este novo investidor da Manor dizia-se estar ligado à Jagonya Ayam, a sucursal indonésia do gigante da ‘fast food’, KFC, forte patrocinador na Formula 3 e e GP2. Portanto pode estar aqui a salvação da Manor, pois Ricardo Gelael pode agora comprar bem mais barato e colocar o seu filho, Sean Gelael, ao volante.












Encontrem lá um comprador para segurar as pontas desta equipa. Era de toda a conveniência. É que grelhas de 20 carros era uma tristeza realmente. Vamos torcer para que a coisa se arranje.
Eu até sou da opinião que deviam pegar nuns carros da GP 2 dos melhores e pô-los a correr os GPs para encher as corridas. Que saudades dos tradicionais GPs com 26 monolugares. É só uma questão de haver vontade.
Pois no dia em que a notícia do fim da Manor esteve a circular em carrocel, estava já há 2 ou 3 nas redes sociais uma foto do Sean Gelael ( o amigalhaço do Giovinazzi) no exterior da sede em Banbury (sítio muito aprazível para férias no Inverno, como se sabe). Qual o significado? Mas não ignorar que há mais indonésios.
E seria sempre possível irem à austrália, como ficou demonstrado em 2015
A Dª. Esperança, se chegar a comprar a Manor, vai ter muito que suar para ter aquela maqueta pronta para a primeira corrida. Mas era bom que conseguisse, pelo menos havia mais duas cadeiras. Com esta situação, é também mais fácil perceber o porquê de Wehrlein numa equipa com motores Ferrari. Penso até, que Monischa Kaltenborn tudo fará para ficar em 2018 com estes motores que agora ficam livres, fazendo como que um regresso ás origens, já que foi com a Mercedes que Peter Sauber subiu à F1, na altura com os motores Ilmor-Mercedes e Karl Wendlinger que era piloto… Ler mais »